Anonymous x Sony: A batalha continua em 2012.

2011 nem acabou e o Anonymous ainda não entrou em recesso. Um novo vídeo assinado pela entidade promete “punição severa” à Sony, pelo fato da empresa sinalizar apoio ao SOPA (“Stop Onine Piracy Act”, um ato institucional dos EUA para maior controle da transmissão de informações pela internet).

O Anonymous chama isso de “Operation Blackout”. A ameaça não se limita apenas à Sony, mas também a certas estrelas estadunidenses, como a socialite Kim Kardashian e os cantores Justin Bieber, Taylor Swift e Lady Gaga.

O Stop Online Piracy Act consiste em uma proposta legislativa à Constituição dos Estados Unidos (algo similar à “Medida Provisória” no Brasil). Em tese, a ideia é dar aos produtores de conteudo a capacidade de proteger suas criações através da censura notificada. Enquanto no papel ela promete proteger qualquer conteúdo, porém, na prática, especula-se que a proposta venha a ferir o direito de liberdade de expressão, além de aleijar veículos de comunicação que atuem em maior parte pela internet. O blog Destructoid, um dos mais conhecidos canais de games dos EUA, inclusive, publicou um editorial intitulado “F***-se o SOPA”, posicionando-se claramente contra à medida.

Não é a primeira vez que a Sony e o Anonymous batem de frente: em Abril, embora de forma não-creditada, especula-se que foi o Anonymous quem derrubou a PlayStation Network e vazou dados confidenciais dos usuários, como endereços e cartões de crédito, na internet. O ataque teria sido uma resposta ao processo judicial movido pela empresa japonesa contra o hacker/cracker George “GeoHot” Hotz, por ele ter encontrado uma forma de contornar a segurança do PlayStation 3 – um caminho para possivel pirataria de jogos.

Fonte: Olhar Digital.

Cartões de crédito??? Isso já é coisa do passado.



Google deve lançar sistema de pagamento por smartphones nesta semana
Sistema chegará para cinco cidades americanas e beneficiará o smartphone Nexus S, da operadora Sprint

A Google pode apresentar seu sistema para pagamento de compras através de smartphones em um evento para jornalistas em Nova York nesta quinta-feira (24/5), afirmaram três fontes familiares ao assunto em uma reportagem publicada hoje na Bloomberg.

O serviço permitirá que consumidores paguem por produtos comuns utilizando alguns aparelhos especiais com o sistema operacional Android. Segundo as fontes, que não se identificaram, a tecnologia estará disponível para o smartphone Nexus S da operadora americana Sprint, a terceira maior do país.

O sistema utilizará a chamada tecnologia de Near Field Communication (NFC), que deverá estimular os gastos de consumidores através de seus smartphones, que deve chegar à marca de US$ 6,53 bilhões em 2014, de acordo com uma pesquisa recente da Borrell Associates Inc.

A Google deve introduzir o serviço em cinco cidades americanas: Nova York, São Fancisco, Los Angeles, Chicago e Washington D.C.

A Bloomberg entrou em contato com os porta-vozes do Google e Sprint, que não comentaram o assunto.

Fonte
Google Wallet

Por que nós brasileiros pagamos mais que vizinhos por smartphone?

O consumidor brasileiro é o que paga mais caro para ter um smartphone entre quatro países da América Latina.

Pesquisa da Marco Consultora, especializada em análise do mercado, mostra que um smartphone aqui custa em média US$ 852, o dobro do preço mais barato, encontrado no Chile, e bem acima dos US$ 507 cobrados dos argentinos e dos US$ 446 pagos pelos mexicanos.

Levando-se em conta o salário médio pago em cada país, o brasileiro precisa de 1,08 salário médio para comprar um smartphone. Nesse quesito, só a Argentina apresenta um índice mais alto: 1,11. O Chile é o país onde o aparelho é mais acessível: basta 0,59 salário médio para comprar um.

Os preços são mais elevados no Brasil por conta de carga tributária, menor competitividade e até por uma questão cultural, já que os celulares inteligentes são considerados símbolo de status no país, segundo a consultoria.

Líder em vendas
Mas o preço parece não incomodar os consumidores brasileiros. Segundo o estudo, o Brasil é o que mais vende o aparelho. No país, os smartphones são 35% dos telefones à venda.

E só para terminar… “No Brasil, tudo é de sacanagem.”

enviado pelo manolo @CharlesChronus
Fonte: Destak